
Tatuagem
Marjorie Estiano
Ironia e leveza sobre marcas do passado em “Tatuagem”
Em “Tatuagem”, Marjorie Estiano aborda com ironia e bom humor o arrependimento de ter tatuado o nome de um amor que já acabou. O verso “Você foi embora / A tatuagem não” resume o conflito central: o relacionamento termina, mas a marca física permanece, servindo como um lembrete incômodo do passado. A música propõe uma solução divertida para o problema, sugerindo: “Que tal uma tribal / Super bacana / Não vai deixar sinal / De que você foi um belo sacana”. Aqui, a ideia de cobrir a tatuagem com um desenho tribal brinca com a moda da época e ironiza o ex-parceiro, mostrando como é possível transformar uma situação constrangedora em algo leve e até cômico.
O refrão “Quando a gente gama / Tudo são flores amores e blá blá blá” reforça o tom descontraído da canção, criticando de forma bem-humorada as promessas e idealizações comuns no início dos relacionamentos, que muitas vezes se mostram vazias após o término. O título do álbum, “Flores, Amores e Blábláblá”, foi inspirado nesse trecho, destacando a crítica aos clichês românticos. Além disso, o contexto das tatuagens pessoais de Marjorie Estiano, mencionadas em entrevistas, dialoga com a letra e sugere que tatuagens podem ter significados profundos ou se tornar apenas motivo de piada, dependendo do momento e da perspectiva de quem as carrega.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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