
Tahí
Marjorie Estiano
Desejo e vulnerabilidade no clássico “Tahí” de Marjorie Estiano
Em “Tahí”, Marjorie Estiano revisita o clássico de Joubert de Carvalho, trazendo à tona o desejo intenso de ser amado e a frustração diante da indiferença. A repetição do verso “Ta Hí, eu fiz tudo pra você gostar de mim” destaca a entrega total da personagem, que faz de tudo para conquistar o outro, mas se depara com a rejeição. Marjorie mantém a emoção original da canção, mas adiciona uma delicadeza contemporânea, reforçando a vulnerabilidade de quem ama sem ser correspondido. Ao incluir “Tahí” no álbum “Oito”, a artista homenageia a tradição da música brasileira e mostra sua versatilidade ao transitar entre composições próprias e clássicos consagrados.
A letra revela um ciclo de esperança e decepção, como nos versos “Meu amor, não posso esquecer / Se dá alegria / Faz também sofrer”. O amor é retratado como uma força contraditória, capaz de trazer felicidade e dor ao mesmo tempo. A personagem se mostra presa a esse ciclo, sempre “chorando as mágoas que não têm fim”. O trecho “Essa história de gostar de alguém / Já é mania que as pessoas têm” sugere uma aceitação resignada do sofrimento amoroso como algo comum a todos. O apelo a “nosso senhor” para esquecer o amor reforça o desejo de se libertar desse sentimento, mesmo sabendo que é quase impossível. Assim, “Tahí” fala sobre entrega, frustração e a dificuldade de superar o desejo de ser amado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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