
Privateering
Mark Knopfler
Liberdade e aventura na vida de "Privateering"
Em "Privateering", Mark Knopfler usa a figura do corsário como metáfora para sua trajetória como músico em turnê, destacando o desejo de liberdade e autonomia. Ao escolher ser um "privateer" (corsário) em vez de servir em um navio de guerra oficial, como mostra o verso “Not quite exactly in the service of the crown” (Não exatamente a serviço da coroa), Knopfler enfatiza a busca por aventura e independência, rejeitando a rigidez e a disciplina dos "man 'o war" (navios de guerra), onde "os homens são tratados pior que escória". Essa escolha representa a recusa em seguir caminhos convencionais e a preferência por trilhar rotas próprias, tanto no mar quanto na estrada.
A letra traz imagens que reforçam esse espírito aventureiro e hedonista, como em “To lay with pretty women, to drink Madeira wine, to hear the roller's thunder on a shore that isn't mine” (Deitar com belas mulheres, beber vinho da Madeira, ouvir o trovão das ondas em uma praia que não é minha). Esses prazeres simbolizam não só a indulgência dos corsários, mas também a celebração das pequenas vitórias e experiências únicas que a vida fora do padrão pode proporcionar. O refrão, com o convite “privateering, we will go” (corsariando, nós iremos), funciona como um chamado para embarcar nessa jornada de riscos, recompensas e companheirismo, refletindo o entusiasmo de Knopfler por liderar sua banda e explorar o mundo em busca de novas histórias e horizontes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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