
Pra Onde Vai, Valente?
Marlene
Humor e bravura no cotidiano de “Pra Onde Vai, Valente?”
Em “Pra Onde Vai, Valente?”, Marlene retrata com humor e ironia o cotidiano do sertão nordestino. A repetição da pergunta “Mas onde vai, valente?” e a resposta “Vou pra linha de frente” mostra um personagem que se apresenta como corajoso, mas sempre com um tom de deboche diante dos perigos e desafios do dia a dia. Inspirado pelo estilo irreverente de Manezinho Araújo, o protagonista encara situações exageradas e cômicas, como enfrentar “um sordado c’um boné arrevirado” ou desviar de tiros achando graça do perigo, reforçando o espírito brincalhão da música.
A letra mistura relatos de brigas, confusões em feiras, situações domésticas e cenas inusitadas, como o rato subindo pela perna da comadre, sempre com um olhar popular e divertido. O personagem se orgulha da fama de brigão, mas também ironiza a própria valentia, mostrando que tudo faz parte do cotidiano animado do interior. Trechos como “Muié se ajoelha / Pede a Nossa Senhora / Que home não vá embora / Que é pra não dificultá” brincam com a escassez de homens na região, enquanto “Achou um bobo / A mulher e a cachaça / Num instante a gente acha / Não precisa procurá” reforçam o tom bem-humorado e crítico sobre as prioridades locais. Ao citar Manezinho Araújo, a canção também homenageia a tradição musical nordestina, celebrando personagens, histórias e o humor que transforma as adversidades em motivo de orgulho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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