
Jaguatirica
Martinho da Vila
Sensualidade e intensidade feminina em “Jaguatirica”
Em “Jaguatirica”, Martinho da Vila utiliza a imagem da jaguatirica para representar uma mulher marcada por sensualidade, força e imprevisibilidade. Ao chamá-la de “fêmea felina que lambe meu suor” e “me arranha e me complica”, o artista destaca uma relação intensa, onde o desejo e a paixão se misturam a um certo risco, criando um clima sedutor e descontraído. A escolha do animal selvagem reforça a ideia de uma mulher autônoma, que não se deixa dominar facilmente, tornando o relacionamento algo fora do comum e sempre surpreendente.
A letra também explora imagens sensoriais e duplos sentidos, como em “me bebe como cachaça, me come como canjica”, trazendo referências à entrega física e ao prazer de forma leve e bem-humorada. Elementos como a “banana nanica” e a mistura de aromas – “carvalho, rosa e arnica” – reforçam a singularidade da mulher retratada, que une delicadeza, força e mistério. Dessa forma, “Jaguatirica” celebra não só o amor intenso e carnal, mas também a admiração por uma parceira que desafia, provoca e mantém viva a chama da paixão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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