
Efeitos da Evolução
Martinho da Vila
Reflexão sobre progresso e humanidade em “Efeitos da Evolução”
“Efeitos da Evolução”, interpretada por Martinho da Vila e composta por Aluízio Machado, faz uma crítica direta ao modo como o avanço científico e tecnológico tem impactado negativamente o meio ambiente e a moral da sociedade. A música questiona se o progresso realmente traz benefícios quando leva à autodestruição. O verso “Até as estações do ano já perderam o seu valor / Primavera no outono / E faz frio no calor” mostra como as ações humanas alteraram até os ciclos naturais, evidenciando as consequências das mudanças climáticas e reforçando a ideia de que evolução nem sempre significa melhoria.
No trecho “Vejo a dona ciência / De braços dados com a evolução / Caminhando a passos largos / Para a exterminação”, a canção deixa claro seu tom crítico ao apontar que a ciência, apesar de seus avanços, também contribui para problemas graves como poluição, degelo dos polos e o risco de armas nucleares, como em “Imaginem minha gente / Explodindo a bomba H”. Além disso, a letra faz uma crítica social e religiosa ao afirmar que, se “Cristo aqui voltar / Com a intenção de nos salvar / Será preso, algemado / E nem vai poder falar”, sugerindo que a intolerância e a violência se tornaram tão comuns que até figuras de salvação seriam rejeitadas. Assim, Martinho da Vila usa a música para provocar reflexão sobre os rumos da humanidade diante dos “efeitos da evolução”, alertando para a necessidade de repensar o verdadeiro significado de progresso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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