
Maré Mansa
Martinho da Vila
Resiliência e esperança diante da vida em "Maré Mansa"
Em "Maré Mansa", Martinho da Vila utiliza o mar como uma metáfora clara para os desafios da vida. Logo no início, ao dizer “Sei que contra a maré / A gente não pode remar”, ele expressa a ideia de que nem sempre é possível lutar contra as adversidades. Em vez disso, é preciso aceitar certas situações e aguardar o momento certo para agir, especialmente quando se trata de superar dores profundas, como a "dor de uma ingratidão".
A letra também destaca a importância da experiência e do amadurecimento. O verso “Pescador já não se assusta / Com sorriso de sereia” mostra que, com o tempo, aprendemos a reconhecer e evitar ilusões e armadilhas. O “remo no barco da vida” e o desejo de “maré mansa” simbolizam a persistência e a esperança de dias melhores, mesmo quando se enfrenta uma “maré pesada”. Por fim, a canção traz uma mensagem otimista ao afirmar que “depois da maré baixa / Sempre tem a maré cheia”, reforçando que as dificuldades são passageiras e que a vida sempre oferece novas oportunidades para recomeçar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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