
Na aba
Martinho da Vila
Crítica bem-humorada ao oportunismo em "Na aba"
"Na aba", de Martinho da Vila, usa humor e linguagem coloquial para criticar pessoas oportunistas que tentam se aproveitar dos outros no dia a dia. O refrão “Na Aba do meu chapéu / Você não pode ficar / Porque meu chapéu / Tem Aba curta / Você vai cair / E vai se machucar” traz uma metáfora clara: "ficar na aba do chapéu" significa viver às custas de alguém, e a "aba curta" indica que não há espaço para esse tipo de dependência. Assim, Martinho sugere que quem tenta se aproveitar logo será descoberto e sofrerá as consequências.
A letra apresenta exemplos desse comportamento, como pedir cerveja, cigarro e comida sem nunca pagar, ou até ficar com o troco de uma conta. O termo “171” aparece para reforçar a ideia de malandragem, já que faz referência ao artigo do Código Penal brasileiro sobre estelionato. Ao citar lugares como a “tendinha do Zé do Caroço” e o bairro de Vila Isabel, Martinho insere a história no contexto cultural do Rio de Janeiro, homenageando Noel Rosa e mostrando que, nesse ambiente, as pessoas estão alertas e não toleram espertalhões. O tom leve e bem-humorado transforma a crítica social em um samba descontraído, mas direto, sobre a importância de não se deixar explorar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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