Parasita (part. Monsta e Prodígio)
Masta
Crítica social e superação em “Parasita (part. Monsta e Prodígio)”
A música “Parasita (part. Monsta e Prodígio)”, de Masta, usa a metáfora do parasita para criticar quem tenta se aproveitar do sucesso alheio sem esforço próprio. O refrão, com a frase “Vocês são parasitas”, deixa clara a oposição entre os que batalham por seu espaço e os que apenas imitam ou invejam. O contexto do hip-hop angolano, marcado por dificuldades sociais e econômicas, aparece em versos como “A gente tinha a sardinha enlatada po' dinner” e “Minha sista só queria uma sabrina / Mas a Fely nem tinha guita p'rás propinas”, mostrando a origem humilde dos artistas e a superação dessas barreiras.
A letra valoriza a união e a força do coletivo, como em “Dope Muzik é a equipa / Vê bué de conquistas”, e destaca a resiliência diante das adversidades: “Quando a gente bulia, nenhum de vocês ouvia / Quando a gente fazia, nenhum de vocês sentia”. O orgulho das raízes, as conquistas e o reconhecimento nas ruas são celebrados ao longo da música. O uso de gírias, trocadilhos e referências culturais, como “AK-47, fura a tua tripa” e “Massacrar o mercado e agitar as pistas”, reforça o tom urbano e confiante. Além disso, versos como “Tua dama me suga, suga, suga, suga / Não para, é parasita” misturam crítica social e insinuações sexuais, ampliando o alcance da metáfora. No fim, a música se afirma como um manifesto de autossuficiência, autenticidade e resistência, ressaltando que o sucesso veio do esforço próprio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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