
C.C.M
Mata-Ratos
Provocação política e humor ácido em “C.C.M” do Mata-Ratos
A música “C.C.M” do Mata-Ratos utiliza o humor escrachado e a provocação para criticar a política portuguesa. O nome do partido fictício, C.C.M. (“Cona - Cu & Mamas”), já deixa claro o tom irreverente e debochado da canção. Ao criar o personagem Zulmiro Pascoal, chamado de “o tarado sexual”, a banda satiriza tanto figuras políticas tradicionais quanto a própria ideia de engajamento político, sugerindo que até propostas absurdas podem parecer mais atraentes do que os partidos convencionais, como PS, CDS, PC e PSD, todos rejeitados explicitamente na letra.
O refrão repetitivo e a ênfase na “revolução sexual” funcionam como uma metáfora para a busca de liberdade e ruptura com o sistema. O partido C.C.M. é apresentado de forma caricata, defendendo uma “orgia total” como resposta ao descontentamento social. Com exagero e ironia, a música expõe o desencanto com a política e questiona a seriedade das alternativas disponíveis, usando o choque e a irreverência para provocar reflexão sobre o cenário político e a falta de opções realmente inovadoras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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