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Amor no Mercado

Mateus e Belini

Solidão e crítica social em "Amor no Mercado"

"Amor no Mercado", de Mateus e Belini, usa um tom irônico para mostrar como a busca por amor é frequentemente substituída por festas, bares e bebidas. O verso “Se tivesse amor no mercado, a cerveja não vendia tanto, os botecos não tavam lotados” deixa claro que a falta de relacionamentos afetivos satisfatórios leva muitas pessoas a procurarem diversão e consolo no consumo de álcool e na vida noturna. A música faz referência direta ao contexto brasileiro, usando expressões como “resenha” e “boteco”, o que aproxima ainda mais o tema do cotidiano do público.

A letra também fala sobre a solidão e a pressão social em torno da vida de solteiro. No trecho “Solteiro, quase nunca é por opção, é sempre por livre espontânea pressão”, a canção sugere que muitos não estão solteiros por escolha, mas sim por circunstâncias ou pela dificuldade de encontrar um amor verdadeiro. O clima descontraído e cotidiano da música, ambientado em festas e bares, cria identificação com o público jovem e urbano, ao mesmo tempo em que faz uma crítica leve à superficialidade dos encontros e à falsa sensação de felicidade proporcionada pelo álcool e pela vida noturna.

Composição: Amanda Aranntes / Elan Rúbio / Davi Marcelo. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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