
BACKSTAGE
Matuê
Provocação e desejo em "BACKSTAGE" de Matuê
Em "BACKSTAGE", Matuê explora uma atmosfera de provocação e autossuficiência ao repetir a frase “Eu não sou a cura, eu sou a peste”. Com isso, ele se apresenta como alguém perigoso e irresistível, deixando claro que sua presença não traz conforto, mas sim uma experiência intensa e fora do comum. O cenário do backstage, tradicionalmente reservado e exclusivo, reforça essa ideia de um espaço onde tudo pode acontecer longe do olhar do público, aumentando o clima de mistério e transgressão.
A ambientação com “luz vermelha” e as referências explícitas ao sexo nos bastidores criam um ambiente de luxúria e rebeldia, características marcantes no trabalho visual e performático de Matuê. Ao dizer “Você quer a prova, eu sou a tese”, o artista brinca com a ideia de ser a própria razão do desejo, misturando confiança e arrogância. Metáforas como “me chama de mestre” e “de quatro no chão” reforçam o tom sexual e sugerem domínio e controle, ampliando a sensação de poder e magnetismo que ele quer transmitir. Assim, "BACKSTAGE" vai além de um simples relato de encontro, convidando o ouvinte a vivenciar uma experiência sensorial intensa, típica do universo criativo de Matuê.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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