
Cogulândia
Matuê
Liberdade e prazer alternativo em "Cogulândia" de Matuê
Em "Cogulândia", Matuê constrói um universo alternativo onde a busca pelo prazer e pela liberdade é levada ao limite, rejeitando padrões tradicionais de diversão, como a Disneylândia. Ao repetir “Foda-se a Disneylândia”, o artista deixa claro que quer romper com a ideia de felicidade vendida por grandes parques de diversão, propondo um espaço onde as pessoas podem ser autênticas, relaxar e se entregar sem julgamentos. O uso de substâncias como cogumelos alucinógenos e maconha, citado em versos como “dropa um cogumelo e sente a vibe” e “quem não fuma beck, fuma blunt”, reforça o desejo de escapar da realidade e experimentar sensações novas, simbolizando uma busca por estados de consciência mais livres e intensos.
O nome “Cogulândia” faz um trocadilho com cogumelos (“cogu”), sugerindo que esse lugar fictício gira em torno da experiência psicodélica e do hedonismo. A repetição de “come o cogu” enfatiza a entrega coletiva ao prazer e à descontração, criando uma atmosfera de festa e pertencimento. Matuê também brinca com ostentação e sucesso pessoal, como em “gordo tipo meu cachê, chamo de sumô” e “se cê quer grana, temos mais de cem”, mostrando que, em Cogulândia, não faltam motivos para se sentir bem. No fundo, a música é um convite para deixar as preocupações de lado e viver o momento, celebrando autenticidade e liberdade de escolha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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