
Devagar com o Andor
Maurício Tizumba
Sabedoria popular e afeto em “Devagar com o Andor”
A música “Devagar com o Andor”, de Maurício Tizumba, utiliza expressões populares para transmitir mensagens de cautela e respeito. Logo no início, a frase “devagar com andor que o santo é de barro” aparece como um alerta para agir com prudência, refletindo um ditado tradicional brasileiro. Essa escolha reforça a ligação de Tizumba com as tradições afro-mineiras e religiosas, que marcam sua trajetória artística. A referência a “Zambi erê” aprofunda essa conexão, evocando a ancestralidade africana e o respeito às entidades espirituais, além de valorizar a sabedoria popular presente em sua obra.
A letra combina conselhos práticos com situações do dia a dia, como no verso “Não vai passar o boi pra trás do carro”, que orienta a não inverter a ordem natural das coisas e a evitar decisões precipitadas. O trecho sobre o “jogo de vinte e um” funciona como metáfora para os desafios e incertezas da vida, mostrando que nem sempre se vence e que o cansaço faz parte do processo. No final, a declaração “Eu não vou deixar você ir embora agora / Eu não vou deixar você sair mundo afora / Porque te amo” traz um tom afetivo e protetor, conectando o conselho de cautela ao desejo de preservar uma relação importante. Assim, Tizumba une elementos da cultura popular, ensinamentos ancestrais e sentimentos pessoais em uma linguagem acessível e próxima do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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