
Sono Paradoxal
Mayra
Conflitos internos e solidão em “Sono Paradoxal” de Mayra
O título “Sono Paradoxal” faz referência direta à fase REM do sono, conhecida por sonhos intensos e pela atividade mental mesmo durante o descanso. Essa escolha já indica o tema central da música: os conflitos internos que persistem mesmo nos momentos de repouso. Mayra utiliza essa metáfora para mostrar como as batalhas emocionais da protagonista são constantes e difíceis de controlar, como fica claro no verso “Desespero no meu colo / O tempo escorre e eu me esgoto”, que expressa o cansaço emocional e a sensação de impotência diante do sofrimento.
A letra aprofunda sentimentos de solidão e autossabotagem, especialmente em “É vazio sentir / Que eu sempre fui a minha pior inimiga”. Aqui, Mayra revela a vulnerabilidade de quem percebe que os maiores desafios vêm de dentro. A repetição de “Meus monstros me fizeram de refém / E ser sozinha é o que eu faço também” reforça o isolamento autoimposto, mostrando a solidão como escolha e consequência. O trecho “Por que já não percebo o que é placebo / E eles gostam da sensação / De ver meus pulsos atados / Dentes cerrados / E meus pés na contra mão” traz imagens de aprisionamento e conflito interno, sugerindo uma luta constante contra pensamentos negativos. A influência do rock alternativo, trazida por Lucas Silveira, intensifica a atmosfera densa e introspectiva da música, ampliando o impacto emocional da letra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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