
Palavras, Palavras
Maysa
Desgaste e sinceridade em "Palavras, Palavras" de Maysa
"Palavras, Palavras", interpretada por Maysa em diálogo com Raul Cortez, expõe de forma clara o desgaste emocional provocado por promessas e declarações repetidas que não se transformam em atitudes. A música apresenta um contraste marcante: o personagem masculino faz uso de frases poéticas e exageradas, como “você é o vento que traz violinos, rosas”, enquanto a personagem feminina responde com ironia e impaciência, chamando essas falas de "cafonices" e deixando evidente seu cansaço diante de discursos vazios. Esse embate é reforçado pelo contexto da canção, uma adaptação da italiana "Parole, Parole", onde a mulher valoriza ações concretas e demonstra não se impressionar mais com palavras sem significado.
A repetição do termo "palavras" serve como símbolo da superficialidade e da falta de compromisso real, expressando a frustração de quem já não acredita em promessas não cumpridas. Quando Maysa afirma “Que estas coisas se sentem na alma / Quando elas trazem o amor de verdade, não quando mentem”, ela deixa claro que busca sinceridade e autenticidade nos sentimentos, rejeitando o jogo de sedução apenas verbal. O tom de desilusão e cansaço é constante, especialmente quando ela diz “O jogo deve terminar, tem que acabar”, mostrando o limite da tolerância diante de relações baseadas só em palavras. Assim, "Palavras, Palavras" retrata de forma direta a diferença entre discurso e ação, e a importância de gestos concretos para que o amor seja verdadeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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