
PUTA SINCERA
MC Carol
Empoderamento e autenticidade em "PUTA SINCERA" de MC Carol
"PUTA SINCERA", de MC Carol, é uma música que confronta as expectativas sociais de submissão impostas às mulheres, especialmente às mulheres negras das periferias. A repetição do termo "Afropaty" funciona como uma provocação, unindo orgulho racial e ascensão social. MC Carol mostra que é possível ser negra, vinda da favela, e conquistar espaços de destaque sem abrir mão da própria identidade. Versos como “Faço meu corre, eu não dependo de um merda” e “Pago minhas conta toda, eu sei que não sou obrigada a nada” reforçam sua independência financeira e emocional, rejeitando a ideia de depender de homens ou de se submeter a padrões patriarcais.
O título e o refrão “Tu quer uma puta fingida ou puta sincera?” expõem a hipocrisia social que espera que mulheres sejam submissas ou finjam para agradar. MC Carol se posiciona como alguém autêntica, que não esconde quem é, mesmo que isso incomode. A letra também aborda a ideia de "dupla personalidade", mas deixa claro que não é "duas cara", ou seja, não é falsa. O tom autoconfiante de versos como “Vai ter que me viver, agora tô marrenta” expressa resistência e orgulho, celebrando a liberdade de ser quem se é, sem pedir permissão ou aprovação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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