
O Fim É Triste
MC Hariel
Identidade e humildade em "O Fim É Triste" de MC Hariel
Em "O Fim É Triste", MC Hariel faz uma crítica clara à valorização excessiva do que é estrangeiro, especialmente no funk, ao mencionar a "imitação dos gringo". Ele expressa seu incômodo com a perda da identidade cultural brasileira e reforça o orgulho de suas raízes ao afirmar: “Eu sou brasileiro, funkeiro nato, coração e alma de maloqueiro”. Essa postura reflete o compromisso do artista em exaltar a cultura nacional e resistir às pressões para adotar tendências de fora, algo recorrente em sua trajetória musical.
A letra também traz conselhos sobre os riscos dos excessos e das ilusões, principalmente ligados ao dinheiro e ao sucesso. No trecho “Grana não é vaidade, então vai na moral pra não se entorpecer do que não tem necessidade”, MC Hariel orienta a buscar conquistas com humildade e consciência, evitando se perder em prazeres passageiros. Ele mostra sua evolução pessoal ao dizer: “Hoje eu tô bem mais chucro, planejando o futuro, só focado no lucro”, destacando a importância do planejamento e do crescimento financeiro. As referências a motos como XRE e Srad simbolizam conquistas materiais, mas o refrão, ao se comparar a um “gênio da lâmpada” e afirmar que o “time faz chover garoupa” (dinheiro), reforça a autoconfiança e a valorização do coletivo. A repetição de “felicidade e humildade” deixa claro que, para MC Hariel, o verdadeiro sucesso está em manter esses valores, independentemente das conquistas materiais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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