
Terrorista de Lacoste
MC Kaverinha
Contrastes sociais e ostentação em "Terrorista de Lacoste"
Em "Terrorista de Lacoste", MC Kaverinha destaca como a moda e marcas de luxo, como Lacoste, Ed Hardy e Ecko, se tornam símbolos de status e pertencimento nas favelas. O artista mostra que, nesses contextos, o uso de roupas caras, carros de luxo e tatuagens vai além da ostentação: é uma forma de afirmação pessoal e de sobrevivência diante da desigualdade. Ao mencionar que "a seleção dos menor só joga de fuzil", ele evidencia a presença constante da violência e a necessidade de se impor para conquistar respeito e espaço.
O refrão "Bem-vindo ao Brasil" reforça o contraste entre o glamour das marcas e a dura realidade das periferias, ressaltando as disparidades sociais do país. A letra mistura ostentação com referências à criminalidade e à vigilância policial, como em "tá tudo monitorado se brotar e sem trassante / O único águia que cola com nóis é Armani". Aqui, "águia" faz um jogo de palavras, podendo se referir tanto à polícia quanto à marca de luxo, ironizando a presença do Estado e a busca por respeito. Dessa forma, MC Kaverinha constrói uma narrativa direta sobre as contradições do cotidiano nas favelas, mostrando como a moda se transforma em símbolo de resistência e identidade para os jovens das periferias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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