
Glock
MC Kelvinho
Ostentação e identidade na favela em “Glock” de MC Kelvinho
Em “Glock”, MC Kelvinho mistura ostentação de marcas de luxo e exibição de poder com a celebração da vida na favela, sem esconder os riscos e códigos próprios desse ambiente. Quando diz “a glock na cinta tá linda a favela”, ele faz referência direta à arma de fogo como símbolo de status e proteção, algo comum no funk ostentação. Esse verso também mostra como a presença de armas se tornou parte do cotidiano da comunidade, sendo vista quase como um acessório de destaque.
A letra destaca ainda o uso de marcas como Lacoste e Tommy Hilfiger, além da menção à Porsche, reforçando o desejo de ascensão social e o orgulho de ostentar conquistas materiais, mesmo que sejam passageiras ou fruto de muito esforço. O clima de festa e sedução, típico do subgênero “funk DJC” (Don Juan Cafajeste), aparece em expressões como “vagabunda balançando o rabo” e “as putas deixa que nós resolve”, que evidenciam uma postura confiante e de domínio sobre o ambiente. O verso “Quem é entendeu, de resto fala baixo né?” indica que existem códigos internos e experiências que só quem vive essa realidade compreende, criando uma separação entre o grupo e quem está de fora. Assim, “Glock” retrata tanto a ostentação e o prazer momentâneo quanto a afirmação de identidade e pertencimento à favela.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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