
Outro Patamar (part. Hungria)
MC Lipi
Superação e orgulho periférico em “Outro Patamar (part. Hungria)”
Em “Outro Patamar (part. Hungria)”, MC Lipi e Hungria destacam que o verdadeiro sucesso vai além do dinheiro e do luxo, sendo profundamente ligado ao orgulho familiar e à superação das dificuldades. O verso “o sorriso da minha mãe vale mais que um diamante” mostra que, para os artistas, a felicidade e o reconhecimento da família têm mais valor do que qualquer bem material. As imagens de ostentação, como “a senha que nós digita deixa um castelo no banco” e “de Lamborghini com a placa do ano”, representam conquistas reais após uma trajetória marcada por desafios, reforçando o contexto de ambos terem vindo de realidades periféricas e enfrentado descrença.
A letra constrói uma narrativa de ascensão social, contrapondo o luxo atual à memória de tempos difíceis, como em “panela vazia, mas tinha alegria / hoje a gente vai comer o que tem”. O orgulho das origens aparece em versos que celebram a comunidade, como “coleção de doze mola pros favela desfilar” e “a favela que vai cantar”, mostrando que o sucesso é compartilhado e serve de inspiração para outros. O trecho “preto também tem respeito / vim lá do gueto e já tô pronto pra voar” reforça a luta contra o preconceito e a valorização da identidade periférica, alinhando-se à proposta do videoclipe de inspirar jovens a persistirem em seus sonhos. A mistura de metáforas automobilísticas e referências à cultura de rua cria uma atmosfera de vitória, sem perder o vínculo com as raízes e a importância da comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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