
Era da Estética
MC Negão Original
Crítica social direta em “Era da Estética” expõe relações vazias
“Era da Estética”, de MC Negão Original, faz uma crítica direta à superficialidade das relações atuais, marcadas pela busca por aparência, dinheiro e status. O refrão, com frases como “quero que o mundo se acabe em buceta, só pra eu morrer fodendo”, usa linguagem explícita e irônica para destacar o hedonismo e a falta de profundidade emocional que dominam o cenário retratado. O contexto digital, com a valorização de cirurgias plásticas, OnlyFans e relacionamentos baseados em interesse financeiro, é abordado de forma debochada e provocativa ao longo da música.
A letra detalha comportamentos típicos dessa “era da estética”, como mulheres que priorizam homens com dinheiro, buscam seguidores, viagens e itens de luxo, exemplificados pela “bolsa da Fendi”, e trocam empregos tradicionais por trabalhos informais pagos via Pix. Expressões como “trabalhando na vara” e “pondo a xota, pra fuder” misturam sexualidade e trabalho, mostrando como o corpo e o sexo se tornaram moedas de troca. A música também critica o papel masculino nesse ciclo, ao assumir a postura de quem consome e alimenta essas dinâmicas. No final, “Era da Estética” apresenta um retrato cru de uma geração que, segundo a letra, trocou sentimentos e planos de futuro por prazer imediato, aparência e dinheiro fácil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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