
Bitch, Eu Sou Incrível
MC Taya
Empoderamento e resistência em “Bitch, Eu Sou Incrível”
Em “Bitch, Eu Sou Incrível”, MC Taya assume uma postura de força e resistência logo nos primeiros versos, ao se autodenominar “Búfalo Taya”. Essa escolha evidencia sua intenção de marcar uma nova fase artística, misturando a agressividade do new metal com a irreverência do rap e do funk. O verso “Tô comendo idiotas com margarina / Esse é o café do meu dia a dia” usa uma metáfora provocativa para mostrar como ela transforma ataques e preconceitos em combustível para sua autoestima e autoconfiança.
A música é um manifesto contra a misoginia e o racismo, temas abordados de forma direta em “Mais um hater destilando misoginia / Mais uma sequência de frases racistas / Mato um leão por dia, é a nossa vida”. MC Taya denuncia essas violências e afirma seu orgulho como mulher negra e bissexual, como em “Sou bissexual, minha raiva é generalizada / Homem ou mulher, vou distribuir porrada”. Ela também critica a objetificação racial ao desconstruir a expressão “da cor do pecado” em “É uma expressão racista / Que se foda seus fetiche / Aqui é sem anistia”, rejeitando qualquer tentativa de fetichização. O refrão “Bitch eu sou incrível” se repete como um mantra de empoderamento, reforçando a necessidade de ser “braba” para sobreviver e prosperar em um ambiente hostil, celebrando sua trajetória de superação e autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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