
Maior Que Seu Mundo (part. Djonga e Mãolee)
Xamã
Orgulho periférico e resistência em “Maior Que Seu Mundo”
“Maior Que Seu Mundo (part. Djonga e Mãolee)”, de Xamã, destaca a força e o orgulho das vivências periféricas ao transformar referências do cotidiano carioca, como “Cesário de Melo” e o ônibus “397”, em símbolos de identidade e resistência. Esses elementos mostram que a realidade das periferias é fonte de criatividade e não motivo de vergonha. O verso “Sou maior que seu mundo, baby” resume a autoconfiança dos artistas, que se colocam acima dos julgamentos e das limitações impostas por uma sociedade que frequentemente marginaliza suas origens.
Xamã reforça sua autenticidade ao citar detalhes pessoais e culturais, como “dois prego no chinelo” e “20 grau pra mim tá frio”, mostrando orgulho de suas raízes e de quem veio de baixo. Djonga, por sua vez, traz uma crítica direta ao preconceito e à hipocrisia social, como em “Depois da grana me chamaram de playboy / Já viu playboy preto?”, questionando estereótipos e expondo a complexidade de sua trajetória. A música também utiliza ironia e humor, como em “guardinha tira foto e tem vergonha do pipiu” e “quem que faz o Adoniran virar o assunto da parada?”, misturando crítica social e referências à cultura popular. O refrão reforça que o mundo dos artistas é maior do que o olhar limitado de quem os julga, e a produção de Mãolee, com seu boombap marcante, contribui para o tom de força e autenticidade da faixa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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