
Eterno Retorno
Medulla
Ciclos de amor e perda em "Eterno Retorno" da Medulla
A música "Eterno Retorno" da Medulla aborda de maneira direta como o amor e a perda fazem parte de ciclos inevitáveis, inspirando-se no conceito filosófico do eterno retorno. A letra mostra que as experiências emocionais seguem padrões de repetição: o amor chega, transforma, mas também vai embora, deixando marcas e exigindo recomeços. Isso aparece em versos como “quando ama tem / quando fica sem, não sabe direito como respirar”, que expressam tanto a intensidade da presença quanto a dificuldade de lidar com a ausência. Já o trecho “o vento sempre leva o que trouxe / mais dia, menos dia, alivia” reforça a ideia de que tudo o que chega, um dia parte, mas o tempo suaviza a dor.
A canção faz referência direta ao conceito nietzschiano do eterno retorno e ao símbolo do Ouroboros, especialmente em “universo inteiro numa casca de noz / impõe a lei do eterno retorno”. Essa conexão sugere que a vida é feita de ciclos contínuos de destruição e renovação. O verso “cabou-se o que era doce” e a repetição do refrão reforçam a ideia de que momentos felizes são passageiros, mas retornam de outras formas, assim como a dor também se transforma. Imagens como “um pouco de chuva, um gosto de chuva” e a menção à noite aprofundam o clima de saudade e renovação, convidando o ouvinte a aceitar a impermanência e a circularidade dos sentimentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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