
Cara Coroa
Memu Sunhu
Contrastes sociais e sorte em "Cara Coroa" do Memu Sunhu
Em "Cara Coroa", o grupo Memu Sunhu utiliza a metáfora do jogo de sorte para abordar as dualidades e desigualdades presentes na vida. O refrão repetido, "Vida tene kara, koroa", reforça a ideia de que a existência é marcada por contrastes inevitáveis, assim como o resultado imprevisível de uma moeda lançada ao ar. A música mostra que muitos aspectos da vida fogem ao controle individual, e que oportunidades ou dificuldades podem atingir qualquer pessoa, independentemente de esforço ou mérito.
A letra traz exemplos concretos dessas desigualdades, como em "Utrus na ri, utrus na txora / Utrus na festa, utrus na txur", mostrando que enquanto uns celebram, outros sofrem. O trecho "N' odja guintis ku ta bai ku karu skola / N' odja guintis ku ta ianda a-pe pa skola" destaca a diferença entre crianças que vão à escola de carro e outras que precisam caminhar. O grupo também critica a corrupção, como em "Guvernanti furta povu pa pudi bai da mindjer", apontando o desvio de recursos públicos para interesses pessoais. Ao longo da música, fica clara a influência do acaso no destino de cada um, mas também surge um chamado à empatia e à consciência social, como em "Ka u pensa n' ka ten sintidu, s'u na txora, ami n' na ri / Pabia dentru mi n' sibi dur i kaneka di midi". "Cara Coroa" se destaca como um retrato direto das desigualdades e incertezas da vida, incentivando a reflexão sobre justiça social e o papel do acaso no cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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