O Parasita
Meros Erros
Sabe aquela alma, um querido desquerido
Que acontece repente, seu amante, seu amigo
Que te suga o ventre adentro, te causando um prurido
De repente é o rebento rebentando o seu juízo
Ele é muito gentil, ele é muito popular
Carismático e contente, gente fina a danar
Com uma história coitadinha, impossível não gostar
Confidente, sorridente, sorrateiramente ele vai
Tomar o seu lugar, vai tomar o seu champagne
Conhecer os seus amigos, sua família, sua mãe
Você vai sobrar sorrindo, comprimido no sofá
Enquanto ele esbanja alto o que você lhe entregou
A prestação, tem jeito não, todo dia ele estará
Na mesma lanchonete, mesma mesa, mesmo bar
A garçonete eventualmente vai lembrar quem é você
Mas a mesa que era sua hoje é dele, e porque
O cara conseguiu entrar na minha vida e não sair
É uma mala que eu carrego todo dia por aí
Ele faz estrada, faz viela, é um pentelho, zé ruela, bactéria, na uretra, ele é um pé no saco
Ele é um chato



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