
Na Vida Só Vale Quem Tem
Mestre Barrão
Dinheiro e lealdade em "Na Vida Só Vale Quem Tem"
"Na Vida Só Vale Quem Tem", de Mestre Barrão, aborda de forma clara a superficialidade das relações quando o dinheiro acaba. O verso repetido “No tempo que eu tinha dinheiro, Iaiá me chamava de amor, agora o dinheiro acabou, Iaiá foi embora e me deixou” destaca como o afeto e a companhia estavam ligados à situação financeira do personagem. O uso de "Iaiá", termo carinhoso para mulher, traz um tom pessoal e tradicional, mas também evidencia a decepção com a amada que o abandona junto com a riqueza.
A música vai além da crítica social ao mostrar que, após o abandono dos amigos e da mulher, resta ao personagem apenas a capoeira e o berimbau. O trecho “Pois, agora eu só tenho a capoeira, que nunca me abandonou, e tenho meu berimbau, com ele eu faço canção” mostra que, mesmo na solidão, a cultura e a tradição da capoeira permanecem como fonte de força e pertencimento. Assim, Mestre Barrão contrapõe o valor passageiro do dinheiro à permanência dos laços culturais, sugerindo que a verdadeira riqueza está naquilo que não pode ser tirado, como a identidade e a tradição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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