
Segura o coco
Mestre Barrão
Tradição e saudade em “Segura o coco” de Mestre Barrão
“Segura o coco”, de Mestre Barrão, expressa de forma animada a saudade do artista por Pernambuco enquanto vive como imigrante no Canadá. Logo no início, versos como “Deixei amigo, deixei mãe, eu deixei tia / Eu larguei toda família / No nordeste e vim pra cá” mostram o sacrifício pessoal de Barrão ao deixar sua terra natal em busca de novas oportunidades. Ao mesmo tempo, ele reafirma seu orgulho nordestino ao dizer “Sou nordestino / Olha eu sou cabra da peste”, expressão típica que ressalta a força e a identidade do povo da região.
A música também é um convite para manter viva a tradição do coco de roda, dança popular nordestina de raízes africanas e indígenas. O refrão “Segura o coco camará segura o coco / Segura o coco não deixa coco quebrar” funciona tanto como um chamado para dançar quanto como um apelo simbólico para preservar a cultura nordestina. As referências a figuras históricas como Padre Cícero e Lampião, além de manifestações culturais como o frevo, a ciranda e a embolada, reforçam o orgulho das raízes e a importância de manter vivas essas tradições. Ao mencionar “Esse coco vem de longe / Vem de la casa amarela”, Mestre Barrão destaca a continuidade cultural, mostrando que, mesmo longe de casa, a cultura nordestina segue presente e forte em sua vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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