A Maré Encheu, a Maré Levou
Mestre Casquinha
Tradição e passagem do tempo em “A Maré Encheu, a Maré Levou”
Em “A Maré Encheu, a Maré Levou”, Mestre Casquinha utiliza a imagem da maré para ilustrar o ciclo constante da vida do capoeirista. O verso “A maré encheu, a maré levou” mostra como tudo é passageiro e cíclico, reforçando que a capoeira, assim como o movimento das águas, está sempre mudando, trazendo novas experiências e levando outras embora. Essa metáfora destaca a naturalidade dos encontros, despedidas e aprendizados ao longo da vida, especialmente dentro do universo da capoeira.
A música também faz referência a Guaratinguetá, cidade do interior paulista, conectando a canção às raízes culturais de Mestre Casquinha e à tradição da capoeira na região. A menção a “Dona Maria do Cambuatá” funciona como uma homenagem, seja a uma pessoa ou a um local importante, e reforça o tom nostálgico e afetivo da composição. O trecho “E eu corri o mundo inteiro / Só pra vadiar a capoeira / De janeiro a janeiro” expressa a dedicação e o espírito livre do capoeirista, que viaja e se entrega ao jogo, sempre guiado pelo ritmo da vida. Assim, a canção celebra a tradição, os encontros e a fluidez da existência, tudo permeado pela atmosfera envolvente da capoeira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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