
Feira do Veropa (part. Dona Onete)
Mestre Damasceno
Culinária e identidade paraense em “Feira do Veropa”
“Feira do Veropa (part. Dona Onete)”, de Mestre Damasceno, celebra a cultura e a culinária paraenses ao transformar a feira de Belém em símbolo de identidade local. A letra destaca a variedade de ingredientes e pratos típicos, como açaí, pirarucu, camarão, maniçoba, tucupi, tacacá, cupuaçu, bacuri e castanha do Pará, criando um verdadeiro inventário da riqueza gastronômica da região. O refrão repetido – “Lá na Feira do Veropa, aonde não falta açaí, tem pirarucu, camarão e maniçoba” – reforça a ideia de fartura e diversidade, além de ser marcante e fácil de lembrar.
A participação de Dona Onete, junto a Mestre Damasceno, fortalece o compromisso de valorizar as tradições do Pará, já que ambos são referências na música local. A canção também faz uma ligação direta entre a culinária e a identidade de Belém, como nos versos “A cidade das mangueiras / É meu Belém do Pará / Da farinha de mandioca / Do tucupi, do tacacá”, mostrando como os sabores regionais são motivo de orgulho para os paraenses. O clima festivo e acolhedor, típico do carimbó, convida o ouvinte a conhecer e valorizar a cultura alimentar da cidade, transformando a feira em um espaço de encontro e celebração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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