
Quilombo do Salvá
Mestre Damasceno
Memória e identidade quilombola em “Quilombo do Salvá”
A música “Quilombo do Salvá”, de Mestre Damasceno, expressa o orgulho e a saudade do artista por sua terra natal, valorizando a memória e a identidade quilombola. A letra destaca a relação íntima com a natureza do Marajó, usando imagens como “Meu remo e minha canoa e vou sair por aí” e referências ao Rio Paracauarí para retratar o cotidiano ribeirinho. Ao citar animais típicos, como tucano, papagaio, garça e jacaré, e frutos regionais como tucumã, ameixa, marajá e açaí, Damasceno reforça o vínculo afetivo e cultural com o território.
O refrão “Mas eu vou pra lá, pros Quilombos do Salvá / Lembrar o tempo de criança e rever o povo de lá” evidencia o desejo de reencontrar as origens e as pessoas marcantes da infância. Esse retorno é tanto físico quanto simbólico, representando a valorização das raízes afroamazônicas e das tradições preservadas pelo Quilombo do Salvá. Ao longo de sua carreira, Mestre Damasceno sempre exaltou a cultura marajoara e quilombola, celebrando festas, brincadeiras, comidas típicas e a convivência comunitária. Assim, a canção se torna um manifesto de pertencimento e resistência cultural, transmitindo nostalgia, orgulho e celebração da identidade coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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