
Besouro É o Homem
Mestre Pernalonga
Heróis populares e ancestralidade em “Besouro É o Homem”
Em “Besouro É o Homem”, Mestre Pernalonga faz uma ponte simbólica entre Besouro Mangangá, lendário capoeirista baiano, e Lampião, famoso cangaceiro do Nordeste. Ao mencionar ambos na letra “Pisada de Lampião”, o artista destaca como esses personagens representam resistência, coragem e astúcia diante das opressões históricas. Eles se tornaram figuras centrais no imaginário popular brasileiro, inspirando respeito e admiração por suas trajetórias de luta.
O refrão “Besouro é o homem, é zum zum” reforça a mística em torno de Besouro Mangangá, conhecido por sua suposta invulnerabilidade, o chamado “corpo fechado”. O “zum zum zum” faz referência tanto ao burburinho das histórias sobre ele quanto ao som do próprio besouro, conectando o personagem à natureza e à tradição oral. O ritmo repetitivo da música, marcado pelo “tum tum”, remete ao berimbau e aos movimentos da capoeira, criando uma atmosfera de ancestralidade e celebração. Assim, a canção valoriza a resistência, a bravura e a identidade negra, temas fundamentais na capoeira angola e na obra de Mestre Pernalonga.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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