
A Capoeira Que Me Escolheu
Mestre Sabiá
Pertencimento e ancestralidade em “A Capoeira Que Me Escolheu”
Em “A Capoeira Que Me Escolheu”, Mestre Sabiá destaca a relação profunda e quase espiritual com a capoeira. O verso repetido “Mas não foi eu que escolhi a capoeira / A capoeira que me escolheu” mostra que a prática não é apenas uma decisão racional, mas algo que faz parte do destino e da identidade do artista. Ao afirmar que a capoeira é “obra do destino” e “presente de Deus”, a letra reforça o sentimento de gratidão e reverência, tratando a capoeira como um dom e uma missão de vida.
A música também resgata a origem da capoeira ao mencionar “luta de escravo / No nosso Brasil ela nasceu”, reconhecendo seu papel histórico na resistência e sobrevivência das comunidades afro-brasileiras. Essa valorização da ancestralidade se conecta à importância dos mestres tradicionais, como Pastinha e Bimba, que defenderam o aprendizado contínuo e a transmissão cultural. Quando Mestre Sabiá diz “Capoeira faz parte da minha vida / A capoeira que me fez crescer / Mas hoje eu digo com toda certeza / Sem a capoeira eu não sei viver”, ele expressa como a capoeira transformou sua trajetória, sendo fonte de crescimento pessoal e sentido de vida. A música transmite orgulho, pertencimento e uma conexão profunda, mostrando que a capoeira é mais do que uma arte: é um caminho de autodescoberta e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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