
Chama Verequete
Mestre Verequete
Tradição e ancestralidade em “Chama Verequete” de Mestre Verequete
Em “Chama Verequete”, Mestre Verequete utiliza a repetição do próprio nome como um chamado coletivo para celebrar o carimbó e suas raízes culturais. O termo “Verequete” tem origem em um episódio marcante da vida do artista, quando ele presenciou um ritual religioso em que se entoava “Chama Verequete”. Esse contexto reforça o papel da música como convite à participação na festa e à valorização da tradição do carimbó, destacando o ritmo envolvente e os instrumentos típicos que caracterizam o gênero.
A letra também incorpora referências à religiosidade afro-brasileira, especialmente ao mencionar “Ogum balailê” e a “batalha com Deus”. Ogum, orixá ligado à luta e à proteção, aparece como símbolo de força e resistência. Expressões como “pelejar, pelejar!” e “guerreiro Ogum!” ressaltam valores importantes para a cultura popular amazônica e para a trajetória de Mestre Verequete, reconhecido por sua dedicação à preservação do carimbó. O clima festivo, marcado pelo coro e pelas respostas “Oh, Verê!”, transforma a canção em um verdadeiro ritual de exaltação à cultura paraense, à ancestralidade e à alegria coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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