
São Jorge
Metá Metá
Força cotidiana e fé em “São Jorge” do Metá Metá
A música “São Jorge”, do Metá Metá, explora a relação entre o sagrado e o cotidiano ao retratar o guerreiro montado em seu cavalo, símbolo de São Jorge e, no sincretismo brasileiro, de Ogum. O verso “Guerreiro é no lombo do meu cavalo / Bala vem mas eu não caio, armadura é a proteção” destaca a resiliência diante das adversidades, evocando tanto a proteção espiritual do santo quanto a força necessária para enfrentar os desafios diários. A canção homenageia São Jorge, figura central na cultura popular e religiosa do Brasil, exaltando a luta constante e a capacidade de superação do povo.
A letra aproxima o guerreiro do cotidiano ao citar elementos como “a guimba e a fumaça do meu cigarro” e “o gole da cachaça esguicho no ar”, mostrando que a batalha não é apenas mítica, mas faz parte da vida real, marcada por dificuldades e pequenos rituais de resistência. O trecho “chorando na labuta ouço a corrente se quebrar” sugere libertação e esperança mesmo em meio ao sofrimento, enquanto “o golpe do destino esse eu sinto mas não caio” reforça a persistência diante dos reveses da vida. Assim, “São Jorge” utiliza a imagem do santo para transmitir uma mensagem de força, proteção e coragem, conectando o sagrado à rotina de quem luta diariamente para sobreviver.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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