
Sem Cais (part. Negro Leo)
Metá Metá
Desorientação e crítica digital em “Sem Cais (part. Negro Leo)”
A música “Sem Cais (part. Negro Leo)”, do Metá Metá, utiliza imagens do mar para expressar a sensação de desorientação e falta de pertencimento em um mundo dominado pela tecnologia e pela intolerância. O trecho “Mar agitado nas praias de ultramar / Não terá boias pra nos salvar” mostra que, diante das crises atuais, não existem soluções fáceis ou garantias de proteção. A expressão “fera holográfica” faz referência a ameaças virtuais e intangíveis, como a alienação digital, um dos temas centrais da canção. Essa “fera” representa um vazio coletivo, um espaço que “ninguém nunca mais quis semear”, sugerindo a perda do interesse em construir relações e valores profundos.
A letra também critica a superficialidade das interações digitais, como em “A intolerância, a loucura de todos nós / Emojis não vão qualificar”. Aqui, a música destaca a limitação dos símbolos digitais para expressar emoções complexas em tempos difíceis. O refrão “Não tem cais, onde hei de parar” reforça a ideia de estar perdido, sem um porto seguro, refletindo a incerteza e o desamparo da vida contemporânea. A parceria entre Metá Metá e Negro Leo, junto à sonoridade experimental e ao clima atemporal do videoclipe, intensifica o tom reflexivo e sombrio da faixa, tornando “Sem Cais” um retrato sensível das angústias e esperanças de uma geração sem rumo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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