
HIJO DE PUTA (part. D. Basto)
METRIKA
Empoderamento e provocação em “HIJO DE PUTA (part. D. Basto)”
Em “HIJO DE PUTA (part. D. Basto)”, METRIKA utiliza a repetição intensa da expressão “hijo de puta” e a frase “que estoy loca, hijo de puta” para assumir uma postura de confronto e subversão. Ao se autodenominar “louca”, a artista desafia diretamente padrões e expectativas sociais, especialmente aqueles ligados ao orgulho masculino e à desvalorização da mulher. O verso “yo no le lleno el ego a un hombre que no me viene” deixa claro o desprezo por relações desiguais e a recusa em alimentar o ego masculino, alinhando-se ao histórico de METRIKA de abordar relações tóxicas e temas de empoderamento feminino e sexualidade.
A letra traz referências explícitas à sexualidade, poder e violência simbólica, como em “me follo a tu amiga llevando tu ropa” e “te rajo una cruz invertida, que estoy loca, hijo de puta”. Esses trechos sugerem uma inversão dos papéis tradicionais e uma provocação direta ao machismo. Expressões como “trapwife más dura del team”, “mitad choni, gótica” e “heels de zorra, de assasins” reforçam a identidade híbrida e marginal da artista, que se apropria de estereótipos para construir uma persona forte e autêntica. O contexto digital e o compromisso de METRIKA com causas LGBTQ+ aparecem na liberdade com que ela explora sua bissexualidade e desafia normas sociais ao longo da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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