
Virgen Putita
METRIKA
Provocação e empoderamento em "Virgen Putita" de METRIKA
Em "Virgen Putita", METRIKA provoca ao unir dois conceitos tradicionalmente opostos: pureza e sexualidade. O título já antecipa a intenção de desafiar normas sociais, misturando símbolos religiosos com elementos da cultura pop e da sexualidade, como tangas, push-ups e cruzes em forma de coelhinho da Playboy. Esses elementos são elevados a símbolos sagrados de uma nova ordem, mais próxima do satanismo do que do catecismo tradicional, criando uma espécie de "religião própria".
A letra traz versos como “Siempre tan zorrona y tan coqueta” (Sempre tão safada e tão coquete) e “Voy con las zorras, las putas y las travesti'” (Ando com as safadas, as putas e as travestis), celebrando identidades marginalizadas e a liberdade sexual. METRIKA transforma o que seria motivo de vergonha em orgulho e pertencimento. Em trechos como “Soy el diablo con un tanga del Leftie'” (Sou o diabo com uma tanga da Leftie) e “Te vo'a enseñar lo loca que estoy pa' que te obsesione'” (Vou te mostrar o quanto sou louca pra te deixar obcecada), a artista assume o papel de líder de um ritual de iniciação, incentivando a libertação de tabus e a autoconfiança. O refrão “Pu-pu-pu-puta, dale, ponte puta” funciona como um mantra de empoderamento, reapropriando termos pejorativos para transformá-los em símbolos de força.
No fim, "Virgen Putita" se destaca como um manifesto de liberdade, identidade e autossuficiência, desafiando o moralismo e celebrando o direito de ser quem se é, sem pedir desculpas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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