
Hawaii-Bombay
Metrô
Dualidade e nostalgia em "Hawaii-Bombay" do Metrô
Em "Hawaii-Bombay", do Metrô, os nomes escolhidos para o título representam paraísos distantes e exóticos, simbolizando o desejo de fuga e a idealização de lugares inalcançáveis. No entanto, a letra revela uma dualidade ao descrevê-los como “meus dois paraísos / de tristes ares, profundos delírios”, mostrando que mesmo esses refúgios imaginários carregam sentimentos de melancolia e insatisfação. O termo “doces vícios” reforça essa ambiguidade, sugerindo que a busca por prazer e escapismo pode ser reconfortante, mas também viciante e ilusória.
A canção mistura imagens urbanas e oníricas, como em “os prédios têm as suas ruas / cega neblina com suas luas”, criando um cenário que oscila entre o real e o sonho. A menção a “Ísis e Osíris nus neste jardim” traz referências à mitologia egípcia, associando o paraíso desejado a processos de transformação e autoconhecimento. Versos como “tão cedo é tão tarde / sóis azuis em frágeis instantes” transmitem a sensação de tempo suspenso e efemeridade, enquanto “são tantas cidades e tão poucos amantes” expressa a dificuldade de encontrar conexões verdadeiras em meio à multiplicidade de experiências. No final, “tudo é possível, mesmo um mito / e a paixão, tatuada em meu grito” resume a ideia de que, nesse universo de fantasia e desejo, até o impossível pode se tornar real e as emoções intensas deixam marcas profundas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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