
Meu Funeral
Meu Funeral
Irreverência e crítica social em “Meu Funeral”
A música “Meu Funeral”, da banda Meu Funeral, transforma o tradicional velório em uma festa irreverente e debochada, rompendo com a seriedade normalmente associada à morte. A letra pede que tragam “cerveja artesanal” e “caixa de latão” em vez de lágrimas, e sugere que não haverá “padre nem pastor”, mas sim “pinga e cointreau”. Com isso, ironiza os rituais religiosos e o tom solene dos funerais, usando o humor ácido característico da banda para propor uma celebração da vida, mesmo diante do fim.
As menções a Valesca Popozuda e Ratos de Porão, artistas de estilos opostos, reforçam a ideia de uma festa plural, onde todos são bem-vindos, do “head banger” ao “chicleteiro”. O verso “Ganha a aposta quem pegar o coveiro” brinca com o tabu da morte, enquanto “pro inferno eu vou” é repetido de forma leve, transformando o destino temido em motivo de piada e libertação. Expressões como “tocar o puteiro” e “acordar o cemitério inteiro” intensificam o tom irreverente, sugerindo que até os mortos seriam contagiados pela animação. Assim, “Meu Funeral” faz uma crítica bem-humorada à hipocrisia e à rigidez dos costumes, defendendo uma despedida autêntica, divertida e livre de amarras religiosas ou sociais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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