
Cartório
Miguel Araújo
Compromisso leve e cotidiano em “Cartório” de Miguel Araújo
A música “Cartório”, de Miguel Araújo, aborda o compromisso amoroso de forma leve e descontraída, usando a ida ao cartório como metáfora para a oficialização do relacionamento. O convite “Vem ser minha mulher / Vem comigo ao cartório” mostra o desejo de formalizar a relação, mas o artista logo questiona a importância dos rituais burocráticos ao afirmar: “E se o essencial / Não cabe no papel / Daremos valor real / Ao ouro do anel”. Com isso, Araújo sugere que o verdadeiro valor do amor está nos sentimentos e nas experiências vividas juntos, e não apenas em documentos ou tradições formais.
A letra mistura situações do cotidiano com sonhos e planos a dois, valorizando tanto os pequenos gestos quanto as grandes decisões. Trechos como “Arrumo o nosso espólio / Num carro a gasóleo” e “Fugimos à socapa / Até não vir no mapa” reforçam a ideia de aventura e cumplicidade, mostrando um casal disposto a enfrentar o desconhecido juntos, sem grandes planos ou garantias, apenas confiando no amor e no acaso: “E seja o que Deus quiser”. O tom romântico e próximo, característico de Miguel Araújo, aparece na valorização do sorriso da amada como fonte de felicidade, tornando a música uma celebração do amor simples, espontâneo e vivido no dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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