
Antigos
Miguel Bicca
Tradição e respeito à natureza em "Antigos" de Miguel Bicca
A música "Antigos" de Miguel Bicca valoriza as práticas tradicionais do campo, destacando o respeito à natureza e aos costumes transmitidos de geração em geração. No verso “Eu fiz o campo sem matar o pasto / E colho o fruto sem cortar o ramo”, o artista evidencia uma relação sustentável com a terra, mostrando o cuidado em preservar o ambiente enquanto se beneficia dele. Essa postura contrasta com práticas modernas mais agressivas e reforça a ideia de que o verdadeiro progresso está em manter o equilíbrio com a natureza.
A letra também traz uma atmosfera nostálgica ao exaltar gestos simples, como “mando flores / E canto os amores para mulher que eu amo”, mostrando que o romantismo e a delicadeza fazem parte desse universo rural. As referências ao cavalo, ao campo e a animais silvestres, como o “viado pardo” e a “lontra arisca”, reforçam a conexão íntima com o ambiente natural e a vida simples. O refrão compara o amadurecimento do homem e do cavalo ao curso de um rio, que “quando nasce é raso / Depois se cria pra ficar mais fundo”, sugerindo que a experiência e a coragem se desenvolvem com o tempo, assim como as tradições se aprofundam ao longo das gerações. Assim, a canção celebra a sabedoria dos antigos e a importância de manter vivas as raízes do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Miguel Bicca e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: