Tenho de Abalar
Miguel Moura
Despedida e saudade em "Tenho de Abalar" de Miguel Moura
Em "Tenho de Abalar", Miguel Moura vai além de uma simples despedida amorosa ao abordar a separação do protagonista de sua terra natal, o Alentejo. A música destaca o peso emocional dessa partida, como fica claro nos versos: “Tenho a dor no coração / A sangrar de solidão / E uma mão cheia de nada”. Aqui, a saída não é uma escolha, mas uma necessidade, marcada pela dor de deixar para trás tanto o amor quanto as raízes culturais e familiares.
A canção também traz uma forte ligação com a tradição rural do Alentejo, especialmente ao mencionar a ceifa e a flor da papoila. Esses elementos reforçam o vínculo do protagonista com sua terra e simbolizam o ciclo da vida e a esperança de renovação. A promessa de retorno aparece em “Eu um dia torno a vir / Sei que Deus quer que assim seja”, mostrando fé e otimismo de que a separação é temporária. O verso “O Alentejo vai me acompanhar / Na hora da ceifa / Meu amor eu hei de lá estar” reforça que, mesmo longe, o protagonista mantém viva a conexão com sua terra e com quem ama. Assim, a música equilibra saudade, resignação e esperança, transmitindo serenidade diante da partida e a certeza de que as raízes e os afetos continuam sendo fonte de força e motivação para o retorno.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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