
Bad Karma (feat. Joan Jett)
Miley Cyrus
Rebeldia e autenticidade em "Bad Karma (feat. Joan Jett)"
Em "Bad Karma (feat. Joan Jett)", Miley Cyrus deixa claro que não pretende seguir padrões morais tradicionais. Ela assume sem culpa os papéis de "taker" (quem só recebe) e "heart-breaker" (quem parte corações), mostrando uma postura desafiadora e autossuficiente. A letra destaca a ideia de viver uma vida dupla e desafiar as consequências, como no verso “They say it's bad karma when you live a double life” (Dizem que é mau karma quando você vive uma vida dupla). Essa atitude reflete tanto o comportamento rebelde de Miley quanto a influência de Joan Jett, ícone do rock dos anos 80 conhecida por desafiar normas e não pedir desculpas por ser autêntica.
A música utiliza metáforas diretas, como “The itsy bitsy spider went and spun a web of lies” (A pequena aranha foi e teceu uma teia de mentiras), para ilustrar a manipulação consciente e a ausência de remorso. O refrão, “I don't give a fuck, I don't believe in love / That's why I do what I wanna do” (Eu não ligo, não acredito no amor / Por isso faço o que quero), reforça o desprezo pelas consequências emocionais e sociais, além de exaltar o hedonismo e a liberdade pessoal. O conceito de "bad karma" aparece tanto como crítica externa quanto como provocação: Miley e Joan reconhecem o "karma ruim" de suas ações e o assumem como parte de sua identidade. Assim, a música se transforma em um manifesto de autenticidade e desafio às expectativas impostas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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