
Unholy
Miley Cyrus
Autenticidade e crítica social em “Unholy” de Miley Cyrus
Em “Unholy”, Miley Cyrus faz uma crítica direta à hipocrisia social ao repetir o verso “I’m a little bit unholy / So what? So is everyone else” (“Sou um pouco profana / E daí? Todo mundo também é”). Ela destaca que seus erros e excessos não são diferentes dos de outras pessoas, mas acabam sendo mais julgados por conta de sua exposição pública. Termos como “drunk” (“bêbada”) e “get high as hell” (“ficar muito chapada”) reforçam a postura desinibida e confessional da artista, que assume comportamentos considerados fora do padrão sem tentar escondê-los, mostrando que fazem parte de quem ela é.
O contexto da música deixa claro que Miley responde às críticas sobre sua imagem e estilo de vida, defendendo o direito de ser autêntica e viver conforme suas próprias regras. Ao citar situações como “have sex on the table with the takeout” (“transar na mesa com a comida para viagem”) e demonstrar cansaço com “the faking, the using, the taking / The people calling me obscene” (“a falsidade, o uso, o aproveitamento / As pessoas me chamando de obscena”), ela expõe a pressão de manter aparências e a frustração com julgamentos externos. Assim, “Unholy” se torna um manifesto de autoaceitação e liberdade individual, incentivando o ouvinte a reconhecer e aceitar suas próprias imperfeições sem medo do julgamento social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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