
Ancestrais
Milionário e José Rico
Reflexão sobre legado e ciclo da vida em “Ancestrais”
A música “Ancestrais”, de Milionário e José Rico, aborda de forma clara a aceitação da mortalidade e a consciência de pertencer a um ciclo familiar contínuo. Nos versos “Lá vou eu / Pelo caminho que levou meu pai / Lá vou eu / Passar por onde passaram meus ancestrais”, a canção destaca como cada geração segue os passos da anterior, reforçando a ideia de que a trajetória de vida é uma continuidade, não um evento isolado. O tom nostálgico e reflexivo é intensificado pela lembrança do pai e pela esperança de reencontro “na mais bonita de todas as moradas”, sugerindo uma crença em vida após a morte ou em um descanso eterno.
A metáfora do “velho tronco de madeira” que cai para dar lugar a um novo fruto é fundamental para entender a mensagem da música. Ela representa a passagem do tempo e a renovação: assim como o tronco envelhece e cai, abrindo espaço para novos frutos, cada pessoa cumpre seu ciclo e deixa espaço para as próximas gerações. Quando a letra diz “Adeus, não sou o primeiro e nem o último a partir / Meu pai se foi, eu agora estou indo”, transmite uma aceitação serena do fim da vida, valorizando o legado e a continuidade familiar. O sentimento de saudade é amenizado pela certeza de que a vida continua e que cada um deixa sua marca para os que virão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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