
Tribunal do Amor
Milionário e José Rico
Metáforas jurídicas e resignação em "Tribunal do Amor"
Em "Tribunal do Amor", Milionário e José Rico utilizam metáforas do universo jurídico para expressar o sofrimento causado por uma decepção amorosa. O verso “sei que sou um preso, preso em liberdade” mostra de forma clara como o personagem se sente emocionalmente aprisionado, mesmo estando fisicamente livre. Termos como “condenado” e “tribunal do amor” reforçam a ideia de que ele se vê julgado e punido por sentimentos que não consegue controlar, como a paixão e o ressentimento.
A letra segue uma narrativa direta e resignada, sem exageros dramáticos, mostrando alguém que aceita sua dor como parte da vida. Quando afirma “não matei e nem roubei, só sei que estou condenado”, o eu lírico deixa claro que seu sofrimento não vem de um erro moral, mas da falta de reconhecimento de quem amava. Essa abordagem, somada à interpretação intensa da dupla, faz com que muitos ouvintes se identifiquem com a sensação de injustiça e solidão após o fim de um relacionamento. Por isso, "Tribunal do Amor" se tornou um clássico do sertanejo brasileiro, abordando de forma acessível e sensível um tema universal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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