
Seresteiro da Lua
Milionário e José Rico
Solidão e esperança em “Seresteiro da Lua” de Milionário e José Rico
“Seresteiro da Lua”, de Milionário e José Rico, retrata a solidão do narrador, que encontra na lua sua única companhia diante de um amor não correspondido. A lua é apresentada como confidente e testemunha silenciosa, como no verso: “Só a Lua de mim tem piedade / Porque nunca me deixa sozinho”. Enquanto a pessoa amada o ignora, a lua permanece constante, simbolizando esperança e consolo em meio à tristeza. Esse recurso de personificar a lua é comum no sertanejo, onde elementos da natureza assumem papel emocional, ampliando o sentimento de abandono e melancolia.
A letra também utiliza imagens como o sereno e as nuvens para ilustrar a passagem e a fragilidade do amor: “O sereno nas folhas das matas / Com o Sol vai caindo no chão / Vai sumindo como o nosso amor / Foi-se embora do seu coração”. O sereno que desaparece com o sol representa o fim do relacionamento, enquanto as nuvens que passam rapidamente reforçam a ideia de que o amor foi passageiro. No trecho final, a canção reflete sobre promessas quebradas e arrependimento, sugerindo que quem não valoriza o amor verdadeiro acaba aprendendo com o tempo: “Porque o mundo é uma grande escola / Pra ensinar quem não sabe viver”. Assim, a música une nostalgia, dor e aprendizado, elementos centrais na tradição sertaneja e na obra da dupla.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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