
Certas Coisas
Milton Nascimento
O silêncio e a intensidade do amor em “Certas Coisas”
A música “Certas Coisas”, de Milton Nascimento, explora como sentimentos profundos muitas vezes se manifestam mais nos silêncios do que nas palavras. Logo nos primeiros versos, a letra apresenta o contraste entre som e silêncio, luz e escuridão, mostrando a dualidade da vida e sugerindo que as emoções humanas são complexas e nem sempre podem ser totalmente expressas. O trecho “cada voz que canta o amor não diz tudo que quer dizer” destaca que até as declarações mais sinceras de afeto deixam algo por dizer, pois há aspectos do amor que só podem ser compreendidos no silêncio compartilhado ou sentido internamente.
A interpretação de Milton Nascimento aprofunda essa reflexão sobre sentimentos não verbalizados. Quando a letra afirma “eu te amo calado como quem ouve uma sinfonia de silêncio e de luz”, fica claro que o amor pode ser intenso e verdadeiro mesmo sem ser dito em voz alta, sendo vivido em gestos, olhares e presenças. Ao dizer “tem certas coisas que eu não sei dizer”, a música reconhece a limitação das palavras diante da intensidade das emoções, celebrando a beleza do que é sentido, mas não explicado. Assim, “Certas Coisas” convida o ouvinte a valorizar tanto o que é dito quanto o que permanece no silêncio, mostrando que ambos são essenciais para a experiência do amor e da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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